Os servidores públicos estaduais do Piauí têm intensificado as denúncias contra o Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado do Piauí (Iaspi) e o plano Plamta. O principal motivo de revolta é o contraste entre os valores descontados rigorosamente todos os meses nos contracheques e a crescente dificuldade enfrentada para conseguir atendimento médico na rede credenciada.
Entre as queixas mais recorrentes, os beneficiários apontam uma verdadeira “via crucis” que começa já na tentativa de marcação de consultas básicas e se estende à autorização de exames e procedimentos complexos. Relatos indicam que, mesmo em casos considerados urgentes, pacientes têm enfrentado instabilidade no sistema e demora excessiva para obter assistência, o que gera insegurança e coloca a saúde dos servidores em risco.
A situação não é uma novidade, mas o agravamento dos problemas tem gerado uma insatisfação generalizada em diversas categorias do funcionalismo público. Muitos usuários relatam impasses constantes com prestadores de serviço, que resultam em negativas de atendimento ou na redução drástica de clínicas e hospitais disponíveis para o plano. O custo mensal dos planos, segundo os servidores, tornou-se incompatível com a qualidade e a eficiência do serviço prestado atualmente.
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Dados da ouvidoria do próprio governo registram dezenas de manifestações mensais, confirmando que o acesso à rede credenciada é um dos pontos mais críticos da gestão atual. Diante do cenário, a pressão sobre o Iaspi e o Governo do Estado aumenta, com servidores e sindicatos cobrando soluções concretas que garantam o cumprimento dos direitos dos beneficiários e a normalização do atendimento médico em todo o estado.
Via Portal Encarando

