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Esquema de desvio leva a prisões em massa no Maranhão

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Last updated: 02/01/2026
Portal de União 707 Views
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Prefeito e vice-prefeita estão presos, e os 11 vereadores são suspeitos de fazerem parte do esquema de corrupção

O presidente da Câmara Municipal de Turilândia (MA), José Luis Araújo Diniz (União), conhecido como Pelego, assumiu interinamente a prefeitura da cidade três dias após ter sido preso pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), na Operação Tântalo II, que investiga um esquema de desvio de mais de R$ 56 milhões dos cofres públicos. Prefeito e vice-prefeita estão presos, e os 11 vereadores são suspeitos de fazerem parte do esquema de corrupção.

A posse ocorreu no último dia 26, por determinação do Ministério Público do Estado do Maranhão, que já havia determinado o afastamento e a prisão do prefeito Paulo Curió (União), da primeira-dama Eva Curió, além da ex-vice-prefeita Janaína Lima e do marido dela, Marlon Serrão. O contador da prefeitura Wandson Barros também foi detido. Eles estão na Unidade Prisional de Ressocialização de Pedrinhas, em São Luís.

Além dos presos, todos os vereadores estão sendo investigados. Até o momento, a Justiça determinou o uso de tornozeleira e prisão domiciliar para os 11 vereadores de Turilândia. Segundo as apurações, eles recebiam pagamentos periódicos em troca de apoio político.

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José Luís Araújo Diniz foi detido na terça-feira e está em prisão domiciliar. Mesmo na condição de investigado, ele tomou posse como prefeito interino por decisão da Justiça. Segundo o MP do Maranhão, os alvos da apuração integram uma organização criminosa que teria atuado de forma estruturada para desviar recursos públicos por meio de fraudes em licitações, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de dinheiro.

As investigações indicam que empresas de fachada ou controladas por integrantes do grupo eram contratadas pela prefeitura para prestação de serviços, principalmente nas áreas de saúde e assistência social. Em diversos contratos, os serviços não teriam sido executados, apesar dos pagamentos terem sido efetuados.

De acordo com o MP, após o pagamento das notas fiscais, parte significativa dos valores retornava aos investigados por meio de transferências financeiras intermediadas pelo contador da prefeitura. As empresas envolvidas ficariam com comissões que variavam entre 10% e 15% dos recursos.

O prejuízo estimado aos cofres públicos de Turilândia ultrapassa R$ 56 milhões. Apenas nos contratos ligados às áreas de saúde e assistência social, o valor sob investigação chega a cerca de R$ 43 milhões. Até o fechamento desta edição, as defesas dos envolvidos não haviam se manifestado.

Via Correio Braziliense

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