No Piauí, ICMS mais caro rivaliza com estados como Rio de Janeiro e Minas Gerais
O Piauí é o estado mais pobre da Federação. No entanto, tem o segundo maior ICMS do país.
O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços é um tributo estadual. É, portanto, da inteira responsabilidade do governo do estado.
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O Rio de Janeiro tem o maior imposto do Brasil. Cobra 34% pelas operações de comércio e serviços.
Em seguida, vêm Minas Gerais e Piauí, com 31%. Interessante observar que o Rio é um dos estados mais ricos do Brasil.
Tem renda per capita anual de R$ 50,8 mil. Enquanto isso, o Piauí está no lado oposto. É um dos mais pobres da Federação, se não o mais pobre.
Sua renda per capita é de R$ 14 mil.
A situação é ainda mais vergonhosa se levarmos em consideração o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas pelo estado.
O Rio de Janeiro tem o 2° maior PIB brasileiro, somando R$ 462 bilhões (Veja aqui).
No Piauí, o PIB é de apenas R$ 24 bilhões, 20 vezes menos que o PIB fluminense. Mesmo assim, o imposto cobrado em território piauiense é apenas 3% a menos que no Rio.
Vamos agora a Minas, que tem ICMS equivalente ao do Piauí.
PIB mineiro é de R$ 386 bilhões – o 3º do Brasil. Piauí e Minas cobram 31% de ICMS. O que se pratica no Piauí é uma verdadeira extorsão.
O ex-governador Wellington Dias (PT) disse na imprensa camarada que o ICMS não promove nenhuma discrepância de preços em relação aos combustíveis.
Trata-se apenas de mais uma de suas falácias. Ou mentiras. Como se queira chamar.
Procedimento lamentável de que já foi vereador, deputado estadual, deputado federal, senador, governador por quatro mandatos e que até recentemente almejava ser presidente da República.
Pelo histórico de suas conversações enganosas, percebe-se que estamos em péssimas mãos. (Toni Rodrigues)
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