
Jeff Bezos, anunciou a doação de US$ 10 bilhões (cerca de R$ 43,3 bilhões) para ajudar o combate ao aquecimento global.
Em comparação a outros multimilionários, Bezos pratica uma filantropia limitada. Sua maior doação até então havia sido em setembro de 2018, quando doou US$ 2 bilhões (R$ 8,7 bilhões) para ajudar escolas e famílias sem teto.
O dono da Amazon, também é dono do jornal The Washington Post e da Blue Origin, empresa que desenvolve foguetes de uso comercial.
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Segundo ele, o montante irá financiar o trabalho de cientistas, ativistas, ONGs e outros envolvidos no tema.
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Essa doação também gerou críticas ao multimilionário por causa de acusações envolvendo as condições de trabalho na Amazon. O escritor James Bloodworth, autor de uma investigação sobre isso nos centros de distribuição da companhia de Bezos, afirmou: “Há relatos críveis de funcionários de galpões da Amazon que moram em tendas porque não conseguem bancar um aluguel com seus salários”.
Quando Bezos doou para ajudar o combate a incêndios recentes na Austrália também foi alvo de críticas. A doação era o equivalente a 8% de sua fortuna.
“Eu quero trabalhar ao lado de outras pessoas tanto para ampliar os caminhos já conhecidos quanto para explorar novos caminhos da luta contra o impacto devastador das mudanças climáticas.”
A empresa de Bezos, por sua vez, tem a meta de zerar sua pegada de carbono até 2040, incluindo, por exemplo, o frete feito pela Amazon e terceirizadas, o uso de energia elétrica e viagens corporativas.
A Amazon, tem sua sede na cidade americana de Seattle, é vizinha da Microsoft, que em janeiro divulgou sua meta de ter pegada de carbono negativa até 2030. E até 2050, pretende remover do ambiente “todo o carbono que a empresa emitiu diretamente ou por consumo elétrico desde que foi fundada em 1975”.
Materia original: https://www.bbc.com/portuguese/geral-51542678

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