Nesta terça-feira (5), completou-se um ano da morte da menina Alice Brasil, de 4 anos, vítima de um acidente ocorrido nas dependências do Colégio CEV, em Teresina. A criança foi atingida por uma estante enquanto estava na escola. O caso ganhou grande repercussão no Piauí e segue em tramitação na Justiça.
De acordo com as investigações, imagens de câmeras de segurança analisadas durante o inquérito apontaram que o corpo da criança teria sido retirado do local após o acidente. O atestado de óbito, por sua vez, confirmou que o falecimento ocorreu dentro da instituição de ensino.
Desde a tragédia, os pais de Alice, Daiana Brasil e Cláudio Brasil, travam uma batalha judicial em busca da responsabilização dos envolvidos. Em um primeiro momento, a Polícia Civil classificou o episódio como uma fatalidade e recomendou o arquivamento do inquérito. No entanto, o Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI) adotou entendimento diferente e denunciou os responsáveis por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
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Entre os denunciados pelo MPPI está Rafael Cavalcanti de Figueiredo Lima, presidente do Grupo CEV, além de outros integrantes da gestão e da rotina da escola. Segundo o órgão ministerial, falhas relacionadas à segurança e ao funcionamento da instituição teriam contribuído para a queda do móvel que atingiu a criança.
Um ano após a tragédia, a família de Alice segue cobrando respostas e justiça. O processo permanece em andamento e deverá definir as responsabilidades pelo caso, que marcou profundamente a sociedade piauiense.
O Piauiense

