ATUALIZADA ÀS 15:50
Segundo o delegado Wlisses Alves, da Delegacia de Presidente Dutra (MA), o professor praticava “atos libidinosos” com as vítimas, que eram suas alunas e tinham menos de 14 anos, dentro de salas de aula.
O delegado afirmou que, após a primeira prisão do professor, a Polícia Civil passou a investigá-lo mais profundamente e recebeu denúncias das vítimas e dos pais e responsáveis delas.
- Publicidade -
De acordo com Wlisses, não houve relato de estupro. A polícia pediu que os alunos passem por perícia médica.
O mandado de prisão desta quarta foi cumprido por agentes da Polícia Civil do Maranhão, que o levaram de volta para o estado vizinho.
Ainda segundo o delegado Wlisses, ele pode responder pelo crime de estupro de vulnerável, que prevê pena de 10 a 18 anos de reclusão.
O CUMPRIMENTO DO MANDADO DE PRISÃO
Policiais Civis da Delegacia Regional de Presidente Dutra(MA), cumpriram mandado de prisão em desfavor doe um professor identificado pelas iniciais O. M. R. na manhã desta quarta-feira (21/01), no município de União, a cerca de 66 km de Teresina, suspeito de cometer abusos sexuais contra 244 crianças e adolescentes. A prisão ocorreu em cumprimento a mandado expedido pela Justiça, após investigações que apontam que os crimes foram praticados no estado do Maranhão.
De acordo com o delegado regional de Presidente Dutra (MA), Wlisses Alves, o suspeito atuava como professor em uma escola do município de Presidente Dutra, onde, segundo a apuração policial, realizava gestos e atos libidinosos durante as aulas, direcionados a crianças e adolescentes menores de 14 anos.
As investigações indicam que as condutas criminosas teriam ocorrido de forma reiterada, envolvendo um grande número de vítimas, o que levou à emissão do mandado de prisão preventiva. “A prisão do professor é uma resposta do sistema de segurança pública do Maranhão”, declarou o delegado Wlisses Alves.
A ação foi realizada pela Polícia Civil do Maranhão, que localizou o suspeito em União, no Piauí. Após a prisão, O. M. R. foi conduzido para a Central de Flagrantes da Polícia Civil de Teresina, onde permanece à disposição da Justiça para os procedimentos legais cabíveis.
O caso segue sob investigação, e novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades responsáveis.
Via Portal Oitomeia

