O coronel Jacks Galvão, chefe do Departamento Geral de Operações, acrescenta que ainda há equipes na região para descobrir os donos do terreno e quem participava diretamente do cultivo da droga. Ele chama atenção para a estrutura montada para o cultivo da maconha.
“Um entorpecente, do tipo skunk, que nunca havia sido apreendido no Piauí embalado daquela forma, a vácuo. Era um local de difícil acesso, com placas solares para levar energia para a irrigação, com uma casa e barracões. Era uma grande estrutura”, informou Galvão.
O gerente de operações áreas da Polícia Militar, Cleyton Frota, destaca da integração entre as polícias e que a embalagem em vácuo seria uma estratégia para camuflar o cheiro do entorpecente.
“Usamos a aeronave para dar mais agilidade na missão, uma vez que a cidade fica a mais de 500 km da Capital. Nunca havia visto uma apreensão dessa forma, uma estratégia para camuflar, ocultar o cheiro. Foi uma operaçãod e êxito que vai surtir um efeito muito grande”, reforça Frota.






