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Entenda como funcionava esquema que fraudou perfis em plataforma do governo federal

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Last updated: 20/05/2025
Portal de União 317 Views
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Criminosos usavam técnicas avançadas de alteração facial para burlar sistemas de autenticação biométrica, diz Polícia Federal. Três pessoas foram presos e duas são consideradas foragidas.

A Polícia Federal deflagrou na terça-feira (13) uma operação contra um grupo suspeito de fraudar contas digitais vinculadas à plataforma gov.br. Segundo as investigações, os criminosos usavam técnicas avançadas de alteração facial para burlar sistemas de autenticação biométrica.

Contents
Criminosos usavam técnicas avançadas de alteração facial para burlar sistemas de autenticação biométrica, diz Polícia Federal. Três pessoas foram presos e duas são consideradas foragidas.Entenda como funcionava o esquema, segundo informações apuradas pela TV GloboPelo menos 3 mil contas podem ter sido acessadas, diz PF

Os agentes cumpriram cinco mandados de prisão temporária e 16 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Paraíba, Mato Grosso, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Tocantins. Até o começo da noite de terça, três pessoas haviam sido presas e duas eram consideradas foragidas.

Entenda como funcionava o esquema, segundo informações apuradas pela TV Globo

  • Os suspeitos fraudavam a ferramenta “liveness”, usado em sistemas de biometria facial para verificar se a imagem capturada pertence a uma pessoa real e viva, e não a uma tentativa de fraude por meio de fotos, vídeos ou máscaras;
  • Dessa forma, era possível simular traços faciais de terceiros para acessar as contas digitais das vítimas.

 

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O grupo atuava em duas frentes:

  • Violação de contas de pessoas falecidas para acessar valores a receber do Banco Central do Brasil;
  • Fraude de contas de pessoas vivas para acessar valores a receber do Banco Central e autorizar consignações no aplicativo “Meu INSS“.

 

Segundo a Polícia Federal, os investigados podem responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático qualificada e associação criminosa.

Pelo menos 3 mil contas podem ter sido acessadas, diz PF

 

Aplicativo do gov.br, em imagem de arquivo — Foto: Iris Costa/g1

Aplicativo do gov.br, em imagem de arquivo — Foto: Iris Costa/g1

Segundo o delegado Isalino Giacomet, chefe da Divisão de Investigação e Operações Especiais (DIOE), da Polícia Federal, a investigação começou depois que o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos identificou a invasão de seis contas gov.br e denunciou à PF.

Pelo menos três mil contas gov.br teriam sido acessadas pelos criminosos. Mas, de acordo com o delegado, esse número pode ser maior.

A partir da operação desta terça-feira, com a apreensão de equipamentos como computadores e celulares dos investigados, a Polícia Federal quer descobrir a extensão da fraude provocada pelo grupo, inclusive o possível uso de dados de usuários e do acesso ao gov.br para contrair empréstimos consignados.

Segundo o delegado Flávio Maselli Lemes, responsável pela operação desta terça, não há indícios da participação de servidores públicos na fraude. Ele explicou que o sistema de segurança da plataforma gov.br inclui a checagem de informações dos usuários junto ao banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e das carteiras de habilitação, incluindo fotos.

“Além disso, o sistema de biometria do portal conta com uma ferramenta chamada de ‘liveness’ que identifica se o rosto filmado na câmera no momento do acesso é mesmo de uma pessoa real, e não uma foto, por exemplo, e se ela está viva”, diz o delegado.

As investigações apontam que os suspeitos usaram ferramentas que geraram imagens que enganaram o sistema de segurança da plataforma gov.br, inclusive o “liveness”.

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