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Policias criticam soltura de presos em audiências de custódia

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Last updated: 31/03/2023
Portal de União 721 Views
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3 Min Read
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As audiências de custódia têm sido cada vez mais criti­­­cadas por setores da segurança pública. No entendimento de policiais, solturas consideradas questionáveis têm ge­­­rado esforços ainda maiores das corporações num cenário em que o efetivo é escasso e em que os núme­­ros da violência são os piores dos últi­­mos dez anos.

Casos em que meliantes liberados pela Justiça através de Audiências de Custodia e voltam a ser presos pouco tempo depois pelo mesmo crime têm sido assuntos com tom de reprovação no meio policial. O exemplo mais recente em União foi o de um meliante, solto numa audiência, mesmo sendo reincidente e tendo confessado vários roubos e arrombamentos contra estabelecimentos comerciais na cidade.

“Eles praticam os crimes, geralmente na calada da noite, são identificados e presos(na maioria das vezes em flagrante) pela policia, é feitos os procedimentos legais e horas depois os mesmos estão nas ruas novamente cometendo os mesmo crimes, beneficiados pela audiência de custodia, disse um policial que preferiu não se identificar.

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Algumas solturas frustram os policiais envolvidos nas prisões, assim como as vítimas. “Quase metade do esforço operacional acaba na audiência”, comentou o policial. Ele também cita que de cada 5 presos na cidade, pelo menos 4 são soltos após as audiências, que ocorrem até 24 horas após o momento em que alguém é detido.

“A audiência de custódia visa garantir que o acusado por um crime, após sua prisão, seja ouvido por um juiz, que avaliará possíveis ilegalidades ocorridas durante o procedimento da prisão. Na audiência de custódia, o juiz deverá decidir entre o relaxamento da prisão ilegal, a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva ou a concessão de liberdade provisória, com ou sem fiança, até o julgamento definitivo do processo e adotará, se for o caso, as medidas cautelares cabíveis”, explicou o juiz Valdemir Ferreira, coordenador da Central de Inquéritos de Teresina.

O programa foi implantado em Pernambuco em agosto de 2015, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Apesar das críticas das polícias sobre o número de solturas, no fim de
Representantes das po­­­liciais confirmam que alguns pontos do progra­­ma têm gerado desconforto. “Concordamos com as audiências para quem pratica crimes iniciais, e não para criminosos contumazes, como tem acontecido. Além disso, da maneira como tem si­­do aplicado, o programa tem sobre­­­­­carregado o efetivo, que já é deficitário.

Trabalhamos dentro da lei e, se o Judiciário diz que há is­­so, temos que respeitar. Nossa visão tem que ser técnica, e não dentro des­­sa eterna briga de que a polícia prende e a Justiça solta”, declara.

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