Os 200 servidores do Laboratório Central (Lacen) paralisaram suas atividades nesta quarta-feira (25) reivindicando melhores condições de trabalho e respeito.
Geane Sousa, presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Saúde (Sindespi), disse que apesar da Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi) gastar R$ 2,3 milhões com uma reforma na noite sexta-feira caiu uma chuva forte em Teresina e o Lacen ficou alagado.
Segundo ela, a situação da saúde do Piauí está um caos como na Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina, onde fechada a cozinha, terceirizado o serviço e alimentação não é mais dada aos funcionários e hoje tem mais servidores terceirizados do que efetivos.
“Os terceirizados são indicados pelos políticos”, declarou Geane Sousa.
Geane Sousa declarou que no Instituto de Medicina Tropical Nathan Portella está ocorrendo assédio moral com os funcionários recebendo reclamações públicas nos corredores e no Hospital Infantil Lucídio Portella, as servidoras do ambulatório estão assediadas pela direção e proibidas de sentar durante o trabalho.
Otacílio Batista, do Conselho Estadual de Saúde, professor do Núcleo de Estudos de Saúde Pública da Universidade Federal do Piauí, declarou que o Lacen é importante porque faz todo o processo de investigação laboratorial da saúde pública do Piauí.
Ulisses Nogueira, diretor do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado do Piauí, declarou que existe um terreno para a construção do novo prédio do Lacen, mas seu projeto de engenharia e arquitetura desapareceu e tem que ser contratado um novo projeto.
Via Portal TV Piauí

