Motoristas e motociclistas que trafegam diariamente pela Rodovia “Antonio Medeiros Filho”, a PI-112, no trecho que liga a capital Teresina a União, com aproximadamente 56 quilômetros de extensão, reclamam dos buracos que já se formam em alguns pontos. A rodovia está em reforma desde o ano passado e atualmente no trecho que condiz entre as duas cidades está parada, sem levar em conta a péssima sinalização horizontal, da não continuidade do acostamento em alguns trechos e do mato invadindo a pista de rolamento. O que se viu foi somente a modelagem do asfalto com uma espécie de mistura de tonalidade escura.

Em boa parte do percurso percebe-se o mato invadindo a pista de rolamento da rodovia, dificultando a visualização de motoristas e motociclistas.

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DO ORÇAMENTO
Iniciadas no mês de novembro de 2021, os serviços de restauração da rodovia PI 112 nos trechos entre Teresina e União, Miguel Alves e Porto e subtrecho Miguel Alves a Porto, previa investimento da ordem de R$ 18,836 milhões, já apresentam buracos e muito mato invadindo a pista de rolamento nos dois sentidos. Vale ressaltar que a mesma empresa é responsável pela recuperação do Anel Viário da cidade de União, este se encontra com metade da extensão já pavimentada e com formação de buracos e a outra metade ainda por ser compactada e receber o asfalto em CBUQ.
Mesmo com as obras no trecho entre Teresina e União paralisadas, a construtora responsável solicitou no dia 18 de fevereiro de 2022, aditamento no valor de R$ 4,336 milhões, do Contrato PJU 035/2021. Com o aditamento, a obra passará a custar R$ 23,172 milhões. A conclusão dos trabalhos na PI 112 estava prevista para março deste ano.
DA JUSTIFICATIVA
Na justificativa apresentada, o engenheiro assinalou que a construtora juntamente com a fiscalização do DER, no decorrer da execução dos trabalhos, tomaram decisões de caráter técnico traduzida na adoção de soluções alternativas diferentes das previstas pelo projeto. Por conta disso, seriam necessárias alterações nos quantitativos, acréscimos e supressões, além da inclusão de novos serviços, com reflexos financeiros do contrato em vigor, para cobrir algumas alterações no projeto.
Segundo ele, as soluções foram decididas pela fiscalização do DER/PI durante a execução da obra. Quanto aos serviços de pavimentação, o engenheiro enfatizou que no levantamento visual de todo o trecho a necessidade de restaurar todo o pavimento em novos segmentos que sofreram com o tráfego e chuvas no período do primeiro levantamento, até a execução da obra, assim como o surgimento de diversos pontos novos, que precisam ser recuperados com remendo profundo.


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