Historicamente ligado a mobilizações de grupos identificados com a esquerda, este 1º de maio, Dia do Trabalhador, em meio à pandemia marca uma tentativa da base de apoio mais fiel ao presidente Jair Bolsonaro de voltar às ruas. A mobilização busca tirar a pauta radical do ostracismo em um momento no qual o governo se vê às voltas com o pragmatismo imposto pelo Centrão.
Por todo o país, grupos e militantes de direita promovem manifestações de apoio a Bolsonaro, pela adoção do voto impresso e exigindo que sejam pautados pedidos de impeachment de ministros do STF.
Participam da mobilização ativistas mais radicais, que usam o lema “Eu autorizo, presidente” para pedir que Bolsonaro use as Forças Armadas para se defender do que acreditam ser um golpe orquestrado contra o governo por meio da CPI da Covid no Senado. Alguns grupos pedem abertamente uma intervenção militar com Bolsonaro no poder (na imagem em destaque, um ato em frente a um quartel onde o presidente esteve, em São Paulo, no último dia 15 de abril).
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Metrópoles

