Tucano avaliou que morte de Firmino deixou lacuna e que o partido busca fortalecer-se; Luciano acrescentou que aliança com o Progressistas é um caminho natural
O presidente estadual do PSDB, ex-deputado Luciano Nunes, afirmou em entrevista ao OitoMeia que a sigla deseja participar da chapa majoritária ao lado do Progressistas nas eleições estaduais em 2022. Na segunda-feira (26/04), o senador Ciro Nogueira (Progressistas) lançou sua pré-candidatura ao Governo. Na data, o parlamentar afirmou que a expectativa inicial era a de lançar o ex-prefeito Firmino Filho (PSDB), encontrado morto no último dia 04, para a disputa.
O tucano avaliou que o senador está unindo a oposição piauiense e acrescentou que para o PSDB uma aliança com o Progressistas é caminho natural. Segundo Luciano, a expectativa é de que a sigla venha ser protagonista nas eleições estaduais no próximo ano.
“O PSDB é um partido que tem tradição no Piauí por ser protagonista nas eleições estaduais. Vamos participar das conversas, o partido quer se fortalecer, eleger deputados estaduais e federais, quer participar da chapa majoritária”, declarou.
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“FIRMINO DEIXOU LACUNA”
O advogado também comentou sobre a revelação que Ciro Nogueira fez de que Firmino seria o candidato a encabeçar a chapa.
“O prefeito Firmino Filho é um nome que deixa não só uma saudade muito grande, mas um lacuna muito grande. Ele era um dos nomes que despontava para um disputa forte, de oposição […] Nós entendemos que é um bom ponto de partida ver o senador Ciro, que comanda o Progressista no Brasil e no Piauí, com esse sentimento de unir a oposição”, acrescentou.
ACUSAÇÕES DE FINANCIAR FAKE NEWS
O presidente estadual da sigla também rebateu acusações, que foram divulgadas pela imprensa, de que o PSDB teria financiado disparo de fake news contra o governador Wellington Dias (PT). Luciano Nunes pontuou que a sigla acionou a assessoria jurídica para acompanhar o caso.
“Já acionamos nossa assessoria jurídica para acompanhar o inquérito, pois o que tivemos de informação foi via imprensa para averiguar o que de fato há, para que se houver qualquer tipo de insinuação de participação do partido para acionarmos e buscarmos reparação judicialmente”, explicou.
O advogado também pontuou que não conhece e não tem qualquer relação com o jornalista Thiago Maciel, dono do portal Tribuna do Piauí, ouvido pela Polícia Civil, sob suspeita de realizar a disseminação das informações falsas, citou ter sido contratado por um marqueteiro do Ceará para realizar os disparos.
“Me causou surpresa, pois desconheço totalmente esse assunto, não conheço o jornalista e nem a eventual empresa. O que posso garantir como dirigente partidário nunca tratei disso. O partido do ponto de vista institucional não tem qualquer vínculo contratual ou informal”, pontuou.


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