Nós cidadãos, independentemente de gênero, orientação, raça e classe social, temos um anseio em comum:

Desejamos o alcance mínimo às nossas expectativas e necessidades diárias na convivência em sociedade neste país, com prestação de serviços públicos minimamente decentes.
Seja ao acesso a saneamento básico, a uma vaga em creche para nossas crianças e a um atendimento digno nos hospitais e postos de saúde.
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Iluminação pública, abastecimento de água, poda e plantio de árvores, roçada, asfaltamento, serviços de esgoto; distribuição de merenda e material escolar, vagas em creches e escolas de nível fundamental; realização de exames, tratamentos, consultas e cirurgias, distribuição de medicamentos; inclusive Segurança Pública, incluindo os casos dos municípios que não contam com Guarda Municipal própria, mas que demandam do Prefeito forte articulação com os Policiais Militares e Civis locais. Além de fomento ao desenvolvimento social, esporte, cultura, desenvolvimento econômico, lazer, agricultura, turismo.
Enfim! Absolutamente tudo passa e envolve a Prefeitura de alguma forma. Mas quais as razões para estes serviços não estarem sendo prestados da forma que gostaríamos?
Exemplificando, a Arrecadação Direta se trata dos impostos que são exclusivamente municipais, ou seja, o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e o Imposto Sobre Serviços (ISS).

Alguns termos foram incessantemente citados nas eleições municipais de 2016, como “enxugar os gastos”, “fazer mais com menos”, “modernizar a gestão”, e vários outros que remetem ao mesmo sentido,as o que de fato foi posto em prática?
Você, cidadão, já buscou saber quanto sua prefeitura gasta com telefonia, energia elétrica, papel, aluguéis, manutenção e abastecimento de veículos?

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