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Moradores de Miguel Alves ficam sem água e consomem água salobra porque não têm dinheiro para comprar encanamento exigido pela Agespisa

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Last updated: 22/07/2022
Portal de União 850 Views
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Os moradores do bairro Forquilha do município de Miguel Alves (112 km de Teresina) estão sem água divididos em dois grupos. Uma parte deles não tem água potável há 25 anos por que a Agespisa, a companhia de água e esgotos do Governo do Piauí exigiu que os moradores comprem os canos para que possa levar água encanada, mas eles são pobres, são trabalhadores autônomos e não podem arcar com a despesa.

A outra parte dos moradores, da parte mais baixa do bairro Forquilha, tem encanamento, mas está sem água há três meses, apesar de pagar mensalmente contas para a Agespisa. Muitos passam a noite esperando a água e chega a manhã e não recebem o líquido.
O morador Chico Santos mostrou que nas torneiras de sua residência não sai água e está gastando R$ 300,00 para a compra de água potável por mês mesmo continuando pagando a conta mensal de R$ 46,17 para a Agespisa.
“Vivemos esta situação há 25 anos, mas nos últimos 90 dias está faltando água. A água para banhar e lavar as roupas a gente consegue a salobra em poços que cavamos, mas para beber eu tenho que comprar para minha família de três pessoas pagando R$ 10,00 por dia para pagar galão com 20 litros. Pago R$ 300,00 por mês para comprar água, é o dinheiro que tenho para comprar frango para comer”, afirmou Chico Santos.
O serralheiro José Antônio Lopes de Lima, que tem cinco pessoas em sua casa na parte alta do  bairro Forquilha, conta que a Agespisa exigiu para levar água encanada que os moradores comprem os canos para levar o líquido até eles.
“Nós não temos dinheiro para comprar os canos e temos que conseguir água para beber transportando galões de água cedida por moradores de outros bairros e de posto de combustíveis”, falou José Antônio Lopes.
José Antônio cavou um poço, com uma bomba, no quintal de sua casa que leva água em um cano estreito para o banheiro, mas a água que obtém é salobra, imprópria para beber.
“Para beber, eu tenho que transportar em motocicleta um tambor de 20 litros no posto de combustível ou nas casas de outras pessoas”, adiantou José Antônio.
O pré-candidato à reeleição a deputado estadual Oliveira Neto (PT), filho do ex-prefeito Oliveira Júnior (PT) prometeu nas eleições passadas que a água ia subir, mas isso não aconteceu
“A gente acumula água salobra em baldes em nossas casas para banhar e lavar roupas. Como é salobra, a gente fica cinzenta  quando vai banhar e o sal acaba com as roupas rapidamente”, declarou
José Elton, granjeiro que mora há três anos na parte alta do bairro Forquilha e pai de três filhos.

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