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Cinco deputados do Piauí não abrem mão de aposentadoria especial. É o mais para eles e menos para o povo

Os deputados do Piauí não querem nem ouvir falar em aposentadoria de R$ 5,8 mil! Não pare eles! O que eles não abrem mão é da aposentadoria especial de R$ 33,7 mil. Para eles tudo, para o povo, as sobras!

De acordo com levantamento da Gazeta do Povo, dos dez deputados federais da bancada do Piauí, a metade deles não aceita perder as regalias da aposentadoria especial, ou seja, eles não admitem se aposentar com R$ 5.839,45, o negócio é a gorda aposentadoria especial de R$ 33,7 mil. São eles: Assis Carvalho e Rejane Dias do PT, Átila Lira – PSB, Marco Aurélio – MDB e Dra. Marina – PTC! E eles se dizem defensores do povo! Dizem que a Nova Previdência “vai prejudicar aos mais pobres”, ou seja, usam os pobres como bois de piranhas.

 

 

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Assis Carvalho – PT. Não abre mão da aposentadoria especial de R$ 33,7. Não quer nem ouvir falar em aposentadoria de R$ 5,8 mil!
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Átila Lira – PSB. Também não admite aposentaria de R$ 5,8 mil; não pare ele! A que ele não abre mão é de R$ 33,7!
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Dra. Marina – PTC.Também não admite aposentaria de R$ 5,8 mil; não pare ele! A que ele não abre mão é de R$ 33,7!
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Marco Aurélio Sampaio – MDB, filho do presidente a ALEPI. Não abre mão da aposentadoria especial de R$ 33,7. Não quer nem ouvir falar em aposentadoria de R$ 5,8 mil!
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Rejane Dias – PT, esposa do governador do PI. Não abre mão da aposentadoria especial de R$ 33,7. Não quer nem ouvir falar em aposentadoria de R$ 5,8 mil!

Veja a íntegra da matéria da Gazeta do Povo.

“A reforma da Previdência Social proposta pelo governo Bolsonaro e que tramita no Congresso Nacional acaba com a aposentadoria especial para deputados federais, senadores, deputados estaduais e vereadores.

Os políticos da próxima legislatura passarão a seguir as mesmas regras dos trabalhadores do setor privado, cujo teto de aposentadoria do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), é de R$ 5.839,45. Para isso, no entanto, o texto precisa ser aprovado sem alterações. Dessa forma, mesmo que um deputado consiga ser reeleito várias vezes e completar 35 anos de Congresso, o teto não passará do valor acima.

As regras atuais são bem diferentes. Existe um plano especial para os políticos chamado de Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), para o qual os parlamentares contribuem mensalmente com R$ 3.713,93. O valor corresponde a 11% do salário dos parlamentares, que é de R$ 33.763,00.

Funciona assim: a cada ano de contribuição, o deputado tem direito a 1/35 (um trinta e cinco avos) do salário total. Se ele passar 35 anos de Congresso contribuindo para o PSSC, quando se aposentar vai receber mensalmente os R$ 33.763,00.

Ou seja, cada ano a mais de contribuição nesse regime rende R$ 964,65 a mais para a aposentadoria. Assim, com apenas seis anos de mandato contribuindo com o PSSC, eles já conseguem se aposentar com valores superiores ao teto do INSS.

VEJA TAMBÉM: Este país não reformou a previdência. Hoje, sua população está quase 50% mais pobre O “Estado de bem-estar social” brasileiro não beneficia os mais pobres A categoria que gerou o maior rombo da Previdência. Dica: não foram os militares
Adesão opcional ao privilégio
Vale ressaltar que essa adesão ao PSSC é opcional. Caso o parlamentar abra mão do privilégio e não ingresse no plano, ele passa a contribuir para o INSS ou para um regime próprio de previdência caso seja servidor público ocupante de cargo efetivo.

Somente em fevereiro de 2019 o custo desse sistema foi de R$ 7,18 milhões, constando 499 beneficiários desse regime. O rendimento médio mensal deles é R$ 14,4 mil, enquanto a média paga em todo o país aos trabalhadores comuns, aposentados pelo INSS, é R$ 1.316,54.

Caso a reforma da Previdência seja aprovada, a alíquota de contribuição dos parlamentares aumentaria para 16,79%, e o valor mensal subiria para R$ 5.668,80.

Informações obtidas a partir da Lei de Acesso à Informação mostram que, ao menos até o dia 26 de abril de 2019, havia 198 deputados federais da atual legislatura que não abriram mão deste privilégio.

A lista inclui tanto deputados favoráveis à reforma da Previdência quanto os contrários.

Em ambos os casos, seria de bom tom que adotassem o regime dos brasileiros comuns. Caso contrário, qualquer discurso, tanto pró como contra a reforma da Previdência seria maculados pela hipocrisia: os que defendem o ajuste defendem-no para os outros, mas não para si mesmos. Já os contrários à reforma costumam se opor com a justificativa de que ela prejudicará os mais pobres, mas, ao mesmo tempo, mantêm seus privilégios custeados pela camada menos favorecida da população.”

Originalmente Publicado por: www.gazetadopovo.com.br

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