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Prefeito de União, Paulo Henrique Costa sofre nova derrota na Câmara Municipal. Projeto do Empréstimo é rejeitado nas Comissões

Projeto do Empréstimo foi reprovado nas Comissões de Finanças e Constituição e Justiça da Câmara Municipal de União. A primeira derrota foi na ultima sessão ordinária de 2018.

A Câmara Municipal de União, através das Comissões de Orçamento e Finanças e, de Constituição e Justiça impôs hoje (21/02/2019) nova derrota à tentativa do Prefeito, Paulo Henrique Costa – PSD, de contratar empréstimo de R$ 15 Milhões de Reais do Programa Avançar Cidades, através da Caixa Econômica Federal. Na última Sessão Ordinária da Câmara, em de 2018, o Plenário reprovou por 07 x 06 o projeto do empréstimo!

O projeto do executivo municipal visa contrair um empréstimo,semelhante a uma consignação com desconto em folha, dando como garantia a conta do FPM do Município. Tal  tem como teoria a promoção da mobilidade urbana – pavimentação asfáltica e poliédrica em algumas ruas de diferentes bairros da cidade.

 

A causa da primeira reprovação foi a falta de clareza do projeto com relação às planilhas referentes a juros e valores das prestações. Outro ponto negativo do projeto é que muitas ruas incluídas no referido projeto já foram beneficiadas com obras via emendas parlamentares; é o caso da Rua Padre Simpliciano, asfaltada ainda em 2015, por exemplo!

O prefeito tem tentado convencer aos vereadores de que as ruas já beneficiadas através de emendas serão abatidas do projeto, mas não existe nenhum documento por parte da Caixa ou da Prefeitura garantindo a exclusão das ruas já beneficiadas e o consequente abatimento dos valores referentes. O argumento do prefeito tem sido de que, o valor do empréstimo será menor que os R$ 15 milhões constantes no projeto. Mas os argumento não tem convencido.

Desde a primeira tentativa, a população de União tem mostrado desconfiança com relação ao projeto e tem pressionado os vereadores a votar contra. Por enquanto, “a voz rouca das ruas” tem falado mais alto que a vontade do prefeito. Entre um prefeito com índices gigantescos de reprovação e uma população vigilante, a maioria dos vereadores tem dado preferência a voz das ruas. O prefeito não parece disposto a desistir do projeto. A reprovação nas comissões será suficiente para barrar o endividamento do município?

 

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