Portal de União
  • Deputado quer saber quem quebrou o Piauí



  • Havia um tempo em que, todo mal existente no estado do Piauí era culpa da oligaquia e do PFL. A oligarquia caíu, o PFL acabou e já se passaram 10 anos dessa derrocada e o estado que, a partir de 2003 , experimentou uma verdadeira transformação em todos os setores, inclusive com um elevado incremento financeiro, quebrou de novo. No governo do PT dizia-se todo mês que para cá eram enviados milhões de reais. Cade esse dinheiro? Para onde foi? Onde meteram. Quem surrupiou o erário piauiense nesses dez anos? Sobre o assunto, disse o deputado Luciano Nunes, presidente do PSDB do Piauí na TV Antena 10 nesta 5ª feira: "O governador Wilson Martins tem o dever e a obrigação de dizer aos piauienses, quem quebrou o estado e o que ele está fazendo para recuperar a massa faldia e meter na cadeia os ladrões dos cofres publicos, sob pena de no final de sua gestão ser reponsabilizado". Com a palavra, pois, sua excelência.

    http://www.180graus.com/pedro-alcantara/deputado-quer-saber-quem-quebrou-o-piaui-508057.html


    Em 23/03/12, 17:12

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  • A nova face dos vereadores



  • Eleitores de 5.565 municípios vão reeleger ou eleger novos vereadores este ano. Um direito democrático que, para alguns cidadãos, tem sido vítima de “sabotagem”. Ou do descaso da população para com seus representantes nas Câmaras Municipais por este país afora.

    Uns porque têm consciência de que os votos que deram a seus candidatos acabaram, por conta do quociente eleitoral, elegendo “políticos profissionais” que não escolheram. Sentem-se decepcionados e torcem por uma reforma política que desfaça as artimanhas eleitorais tecidas em mil e umas coligações... Enroladas demais para quem não é do ramo entender.

    Fácil é compreender a razão da turma que não dá a menor pelota à função dos vereadores. E o porquê daquela outra em não perder tempo: vota direto na legenda partidária. Sobra então sacar os eleitores que vão às urnas como a uma banca de jogo, usando seu voto como ficha de troca de favores. Às vezes nem tanto por malandragem... É por convicção!

    Falando sério, tem gente que ignora as competências a serem exigidas dos candidatos. A esperança desta vez é que, mesmo sem a reforma política, as coisas possam mudar com a lei da ficha limpa e o Facebook (o Brasil já tem 35 milhões de usuários).

    Os candidatos vão mostrar suas caras de uma maneira nunca antes vista numa campanha neste país. Imagine aqueles políticos que adoram se autopromover em perfis enganosos...

    Ah, mas eles terão a contrapartida. Lembra das promessas mirabolantes que faziam, tempos atrás, nas telas de tevê? Pois serão agora bombardeados com tuitadas de arrasar qualquer reputação de esquina marqueteira.

    O salto que a internet e seus adeptos deram nestes últimos quatro anos vai permitir aos eleitores se informarem melhor. Por exemplo: vereador não tem poder executivo; não pode construir uma escola ou uma rua. Somente indicar a localização da obra e fiscalizá-la.

    Por menores que pareçam suas atribuições, precisa estar preparado: como fiscalizar os gastos do prefeito sem conhecer lei orçamentária? Justiça seja feita, há vereadores competentes. Com bons assessores, elaboram e redigem projetos de leis bacanas que são aprovados na Câmara e sancionados pelo prefeito.

    Mas a internet também está a serviço dos preguiçosos com ofertas de projetos personalizados de vários preços. E a gente pensa que já viu de tudo.

    Ateneia Feijó é jornalista

    http://tonirodrigues.zip.net/ 

     

     


    Em 19/03/12, 23:36

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  • Eles estão na mira da Lei da Ficha Limpa



  • Políticos condenados por órgãos colegiados e que renunciaram aos mandatos para escapar da cassação terão dificuldades para se candidatar em 2012. Aqui, uma lista com alguns casos. Ajude-nos a ampliá-la.

    O Supremo Tribunal Federa (STF) colocou fim em 16 de fevereiro a uma discussão que já durava aproximadamente dois anos. Desde que foi sancionada pelo então presidente Lula, a Lei da Ficha Limpa atraiu a pecha de polêmica por colocar uma série de novas causas de inelegibilidade na legislação eleitoral. De forma simplificada, a lei diz que políticos que renunciaram e que têm problemas na Justiça não devem mais se candidatar. Mas a Lei da Ficha Limpa tem várias nuances e detalhes que não permitem que sua prática seja assim tão simples. As situações previstas na lei enquadram alguns políticos enrolados, mas deixa de englobar outros.

    Leia mais no http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/manchetes-anteriores/eles-estao-na-mira-da-lei-da-ficha-limpa/


    Em 06/03/12, 10:22

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  • Índice aponta que 20% das cidades têm nota menor que 5 no SUS



  • O acesso de usuários e a qualidade do atendimento do SUS no país tiraram nota 5,47, no IDSUS 2011 (Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde), indicador que varia de 0 a 10, lançado nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde.

    Mais de 20% dos municípios, no entanto, tiveram desempenho pior que 5, nota considerada metade do caminho para o SUS ideal, que atende com efetividade a todos. O percentual de cidades com desempenho abaixo de 5 chega ao extremo negativo de 58,3% no Norte e positivo de 3,7% no Sul.

    Segundo entidades do setor, é a primeira vez que se propõe um índice como este para avaliar o desempenho da rede pública de saúde no país, em cada município, Estado e região. A ideia, segundo o ministério, é criar metas de melhoria do índice para distribuir verbas extra de incentivo entre os governos locais.

    A análise feita pelo governo é que, de forma geral, o que puxou para a baixo a nota do país foi o acesso ao SUS e, dentro disso, o acesso a serviços especializados –como exames mais elaborados e consultas com especialistas.

    MELHOR NOTA

    A pequena cidade de Arco-Íris, no interior paulista, registrou a melhor nota (8,38) no IDSUS 2011, que considera dados colhidos entre 2007 e 2010. No outro extremo, Pilão Arcado, na Bahia, teve nota 2,5.

    Para evitar esse ranking nacional, com comparações entre estruturas e condições econômicas distintas, o governo dividiu os municípios em seis grupos –de 1 (mais rico e mais estrutura de saúde) a 6 (menos rico, mais desigual e com pior estrutura de saúde). Mais de 75% das cidades caíram nos grupos 5 e 6, ou seja, com as piores condições de saúde e econômicas.

    Vitória (ES) lidera o grupo 1 e as capitais, com nota 7,08. São Paulo é a 10ª melhor colocada no mesmo grupo. Já a cidade do Rio de Janeiro foi classificada como a pior no grupo 1 e a pior entre as capitais, com nota 4,33. Segundo o ministério, se usados dados colhidos em 2011, a nota do Rio seria maior, já que, no ano passado, a cidade ampliou as equipes de saúde da família.

    O IDSUS é formado por 24 indicadores de saúde, 14 de acesso ao serviço (como proporção de mamografias e exames papanicolau feitos, proporção de internações de alta complexidade) e dez que medem a efetividade do atendimento recebido (como proporção de parto normal, cobertura vacinal da tetravalente e proporção de cura de novos casos de tuberculose).

    A nota individual desses indicadores poderá ser consultada no site do ministério (www.saude.gov.br/idsus). Ela é dada considerando o parâmetro internacional quando houver e, quando não houver essa meta, um parâmetro criado pelo ministério com base nas 60 cidades brasileiras com maior capacidade de atendimento.

    O novo índice não mede, no entanto, filas de espera nem distâncias percorridas até se chegar ao atendimento.

    O IDSUS avalia o quanto a rede pública disponível em determinado município cumpre o que deveria. Como a ideia original do SUS é que ele deveria atender à toda a população brasileira, o IDSUS engloba essa população total nos seus cálculos, desconsiderando que parte da população é atendida exclusivamente por planos de saúde. Esse detalhe pode ter impacto, segundo o ministério, nas notas das capitais, que reúnem a maior população coberta pela saúde suplementar.

    O IDSUS será divulgado a cada três anos.


    Em 02/03/12, 10:51

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  • Porcentual de alunos com aprendizado adequado a série por cidade



  • No Brasil, só 14,7% dos alunos do 9º ano sabe o esperado para matemática e 26,2% para português. No 5º ano, são 32,5% e 34,2%, respectivamente. Veja no seu município:

    Apenas 14,7% das crianças matriculadas no último ano do ensino fundamental no Brasil, incluídas as de redes públicas e particulares, sabem o mínimo esperado em matemática para esta etapa. Em língua portuguesa, são 26,2%. Entre os mais novos, que estão no 5º ano, o dado melhora um pouco: 32,5% atingem o aprendizado para esta série em matemática e 34,2% em português. Os dados de 2009 apresentados nesta terça-feira pelo Movimento Todos Pela Educação são medidos pela Prova Brasil, aplicada a estudantes pelo Ministério da Educação (MEC) a cada dois anos.

    Se forem analisadas por cidade, uma novidade divulgada este ano pela organização, as estatísticas são ainda mais alarmantes. Para que seja possível analisar a relação entre o que os alunos aprendem e o que o MEC estabelece como básico para cada etapa, o iG elaborou uma ferramenta com os dados de cada município (veja abaixo).

    Em nenhuma capital brasileira metade dos alunos alcançou o mínimo esperado para a série que cursava em 2009. Belo Horizonte, em Minas Gerais, foi a que teve melhor resultado entre as crianças do 5º ano, com 49% tanto em língua portuguesa como em matemática. No 9º ano, Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, ficou na frente com míseros 18,9% em matemática e 38% em língua portuguesa. Macapá tem os piores resultados entre as capitais com o ponto mais baixo em matemática para o 9º ano, com só 3,6% dos estudantes sabendo o mínimo.

    Alguns municípios não tiveram dados tabulados por não terem feito a Prova Brasil em 2009. Há também casos que devem ser vistos com parcimônia como cidades que tinham índices baixos até 2007 e chegaram a até 100% em 2010. A exemplo do que ocorre em outros rankings, alguns pequenos municípios se destacam, como Cândido Rodrigues, em São Paulo, e Cocal dos Alves, no Piauí.

    Leia mais e consulte o lugar que ocupa o seu município: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/porcentual-de-alunos-com-aprendizado-adequado-a-serie-por-cidade/n1597616960098.html


    Em 07/02/12, 15:08

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  • Universidade Aberta finalmente funcionará em local adequado



  •  Ufa, parece que finalmente o polo da Universidade Aberta em União vai funcionar num local adequado. Na manhã/tarde de hoje, foram transferidos os equipamentos da UAB que estavam amontoados e cheio de poeira na sede da Supervisão de Ensino de União, para o Polo da UESPI, no bairro São Sebastião. Os alunos dos cursos de Filosofia, Matemática e Química que assistiam aulas em locais improvisados, poderão agora sonhar com instalações novas e adequadas em um breve espaço de tempo. Uma equipe do MEC esteve alguns meses atrás em União, para verificar as instalações da Universidade Aberta e o encontraram as obras paralisadas, os técnicos do MEC estipularam um prazo para a conclusão das obras, do contrario, União perderia a Universidade Aberta. Estamos torcendo para que agora definitivamente as salas e laboratórios sejam equipados e estejam prontas antes do inicio das aulas.

     


    Em 30/01/12, 20:49

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  • Absurdo: No Brasil, 7 em cada 10 armas apreendidas com criminosos são de fabricação nacional.



  • O anúncio foi feito pelo assessor especial do ministério da Defesa, José Genoino, e pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, durante um seminário sobre o tema em São Bernardo do Campo.

    O banco estuda linhas específicas de crédito para empresas do setor que se instalarem na região. As novas medidas de fomento à indústria do setor de armamentos devem ser anunciadas pelo BNDES em meados deste ano.

     O financiamento do BNDES ao setor é polêmico. Para os críticos da indústria de defesa, os fabricantes de armas e munições não devem se beneficiar do mesmo tratamento dado a outros setores industriais.

     Quase 40 mil pessoas morreram em 2009 no Brasil em episódios relacionados a armas de fogo – incluindo homicídios, suicídios e acidentes – segundo os dados mais recentes disponibilizados pelo Ministério da Saúde.

    Um estudo feito por Pablo Dreyfuss, que era um dos maiores especialistas no tema, mostrou que 90% dessas mortes são resultantes de crimes e o risco de morrer de ferimentos causados por armas de fogo no Brasil é 2,6 vezes maior do que em qualquer outro país.

    Sete em cada dez armas apreendidas com criminosos no Brasil são fabricadas aqui, segundo uma pesquisa feita pelo Instituto Sou da Paz, que trabalha pelo desarmamento...


    Leia mais no: http://apublica.org/2012/01/em-cinco-anos-45-milhoes-de-armas-nas-ruas/



    Em 30/01/12, 11:18

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  • Corrupção à brasileira



  • A corrupção tem sido um expediente largamente utilizada pelas elites governantes do Brasil, sempre e invariavelmente se apresentou como uma constante no nosso meio político e econômico, uma prática que desafia o tempo e a História; um expediente que se arrasta desde o nosso descobrimento e chega até nós na atualidade circundado tão somente de artifícios e aperfeiçoamentos cada vez mais sofisticados, as ações de natureza corruptivas, independentemente de sua natureza, forma e magnitude, são em sua essência, a grande responsável pelo atraso e morosidade do desenvolvimento social e econômico brasileiro. Um capitalismo periférico, dependente, subdesenvolvido a exemplo do que é praticado no nosso país, acaba por se constituir num ambiente muito favorável à tais práticas subtrativas; uma prática que possui seus tentáculos enraizados em todos os recantos da administração pública, seja municipal, estadual ou federal, podendo ser cocebida como uma prática nacional e verdadeiramente institucionalizada.

    Em todos os países, em todas as economias planetárias, convive-se com o fantasma da corrupção ( num nível aceitável e controlado! ), porém, no nosso meio, aqui no Brasil, além das infinitas dimensões corruptivas, os nossos governantes e instâncias jurídicas , “inventaram”o monstrengo da impunidade. Impunidade aqui deve ser entendido como complacência e consentimento por parte das instituições democráticas, jurídicas e das classes dirigentes do nosso país; a corrupção é um expediente de crime nefasto e degradante; os crimes dessa natureza são por sua vez de difícil combate e punição sistemática. A corrupção tem um perfil claro e bem definido, seus praticantes e ou autores são, invariavelmente pessoas ou grupos de agentes que necessariamente possui trânsito livre nos altos escalões do governo, do poder, dessa forma, dificilmente vamos ver um corrupto ou um político preso, até por que os presídios ou casas corretivas foram feitas e idealizadas para prender pobres e ladrões de galinhas___ pode chamar isso de democracia de classe, de classe dominante é claro !!

    Há no meio social brasileiro, um entendimento ou aceitação tácita de que a corrupção É UM MAL SOCIAL, portanto, aceitável, tolerável___ lêdo engano; a corrupção é CRIME! E como tal deve ser encarado e combatido na forma da lei. Desconfiamos que essa pseuda flexibilidade frente ao crime de corrupção amplamente incorporada à nossa democracia gerencial administrativa, deva-se, em parte, ao DNA dos nossos colonizadores somados à passividade dos nossos índios; por um ou por outra, fato é que, a sociedade civil brasileira organizada não mais suporta conviver com os crimes de corrupção e impunidade. A janela da corrupção abre portas largas para uma infinita possibilidade de outras formas corruptivas, sendo comum no nosso país a invasão de verdadeiras máfias internacionais e até o crime organizado agindo livremente no nosso país; isso se dá pela frouxidão do nosso aparato legal e incompetência do nosso sistema judiciário; em outras palavras: um conjuntos de leis brandas somado à impunidade reinante, dai, o receituário perfeito e mais que propício às práticas de corrupção.

    Os desfalques sistemáticos empreendidos contra os cofres públicos, possui um único objetivo: favorecer tão somente à classe dirigente nacional, à burguesia brasileira que, desde a sua formação se portou como um grupilho de subservientes ao capital internacional, agindo, invariavelmente, em consonância com seus interesses próprios e do capital internacional. Defendemos em caráter de urgência o combate à toda forma de corrupção no nosso meio___ dos nossos políticos, governantes e de agentes externos. Entendemos que o desenvolvimento de toda e qualquer nação passa necessariamente pelo combate e políticas rígidas de prevenção à essa modalidade de Crime; no caso específico brasileiro, perdemos todos com a corrupção. Sendo os pobres e as classes trabalhadoras os primeiros atingidos; em última instância perde o Brasil por ser conivente e passivo com os crimes de natureza fraudulenta. O Brasil tem que aprender___ a exemplo de outros países desenvolvidos, como combater e derrotar a corrupção interna e exterior que se pratica no nosso meio social, os recursos tecnológicos hoje disponíveis, serve muito bem a esse propósito. Se continuarmos indiferentes frente à tais práticas, estamos sendo complacentes, tolerante e impotentes; antevemos que mais cedo ou mais tarde seremos responsabilizados por comprometer nossos filhos, nossos netos, o nosso país e as gerações futuras.

    DIMAS CASSIMIRO: professor-pesquisador,pedagogo,pós-graduado, mestrando em educação,escritor,cronista, poeta.

    Fonte: http://www.portalaz.com.br/noticia/geral/236438_artigo_corrupcao_a_brasileira.html?utm_source=feedburner&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed%3A+portalaz+%28Portal+AZ+-+Informa%C3%A7%C3%A3o+de+verdade%29


    Em 20/01/12, 18:04

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  • O fechamento de escola é uma péssima lição



  • Com 30 anos de exercício diário e ininterrupto do jornalismo, mal comparando, já sou praticamente uma "testemunha ocular da história", como autoproclamava o slogan do "Repórter Esso", aquele antigo noticiário que tanto sucesso fez na época de ouro do rádio. Outro dia, por exemplo, eu ouvia na sessão semanal da Academia Piauiense de Letras os depoimentos de dois acadêmicos, ambos educadores, sobre a criação de uma escola pública que viria a marcar época em Teresina. O prefeito queria uma escola modelo, que atendesse às futuras gerações.

    Os personagens dessa história: Petrônio Portella, Pedro da Silva Ribeiro e Paulo Nunes. A escola é a Eurípides de Aguiar, no bairro Marquês. O primeiro era prefeito de Teresina, o segundo foi o primeiro diretor da escola e o terceiro era o diretor de Inspeção do Ministério da Educação no Piauí.

    Pois bem! Lembrei dessa história, contada na sessão da Academia, em outro contexto, a propósito do anúncio do fechamento, confirmado ontem, da Escola Eurípides de Aguiar, que será transformada em sede administrativa da Secretaria Municipal de Educação. Ontem, depois que publiquei artigo sobre o fechamento da Escola Eurípides de Aguiar, recebi muitas críticas à iniciativa da Prefeitura.

    Entre elas, destaco esta: "Fico muito triste com esta notícia! estudei no Eurípedes de Aguiar de 1995-1998. Era em tempo integral, pela manhã assistíamos aulas, e à tarde, cursos de profissionalização! Era muito bom! Se você perguntar a qualquer pessoa que estudou lá, vão dizer a mesma coisa! Era maravilhoso! Esta escola me ensinou a ser cidadão e a chegar onde cheguei: Fazer Doutorado e ser professor da Universidade Federal do Piauí! Devo muito a esta escola! #TRISTE. Lauro César Soares Feitosa - Universidade Federal do Piauí (UFPI)"

    Concluo: o jovem prefeito Petrônio Portella, com sua visão larga de administração, de política e do mundo, entrou para a história como governador, senador e presidente do Congresso Nacional. Ele morreu prematuramente aos 54 anos, como ministro da Justiça.

    Eis aí o que diferencia um estadista: já naquela Teresina acanhada de 50 anos atrás, Petrônio antevia que a cidade precisava de uma escola pública mais arrojada. Ele construiu essa escola. E abriu as suas portas para o futuro. Nossa geração, que o sucede, não é capaz nem de mantê-la aberta.

    Fonte: http://www.180graus.com/zozimo-tavares/o-fechamento-de-escola-e-uma-pessima-licao-489870.html


    Em 20/01/12, 09:10

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  • Um movimento pelos impostos às claras



  • Após impostômetro atingir marca histórica em 2011, entidades empresariais decidem pressionar para que valor dos tributos seja destacado nas notas fiscais

    O impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingiu uma marca recorde em 2011: o brasileiro contribuiu com mais de R$ 1,5 trilhão em impostos municipais, estaduais e federais. No entanto, é um mistério para a maioria como se chegou a esse valor, já que os tributos estão embutidos no preço final de cada produto. Na tentativa de tornar essa informação mais clara ao consumidor, surgiu, no ano passado, o movimento Hora de Agir.

    A intenção do movimento, criado pela ACSP e pela Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), é deixar clara a quantidade de impostos que o brasileiro paga em cada produto, e como isso influi no preço final. Presidente das duas entidades, Rogério Amato explica que, muitas vezes, os lojistas sofrem pressões dos consumidores por conta do valor cobrado. “Muitas vezes o lojista sofre a pressão pelo alto preço, que na verdade é gerado por altos impostos. E o consumidor não sabe disso”, afirmou.

    Para levar a informação da carga tributária de cada produto ao consumidor, o movimento quer a aprovação de um projeto que tramita no Congresso desde 2005. A proposta estabelece a obrigatoridade de o valor dos impostos estar destacado na nota fiscal de cada compra. “Todo cidadão tem o direito de saber quanto desembolsa. É um direito constitucional, inclusive. Ninguém está inventando moda, apenas estamos lutando pelo que tem que ser feito”, afirma Amato.

    Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/um-movimento-pelos-impostos-as-claras/


    Em 18/01/12, 09:12

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